Referendo do desarmamento, em 2005, custou R$ 252 milhões

O presidente do Senado, José Sarney, quer um plebiscito em outubro para que a população diga se o comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil. A resposta à consulta permitirá ou não ao Congresso Nacional modificar o Estatuto do Desarmamento para proibir a venda desses produtos. A medida foi anunciada em consequência do massacre em Realengo, Rio de Janeiro, que deixou 12 crianças mortas na escola Tasso da Silveira. Se José Sarney emplacar a proposta será a segunda vez que os brasileiros opinarão sobre o assunto. No referendo de outubro de 2005, 59,1 milhões pessoas (63,94% dos votantes) rejeitaram a proibição do comércio de armas de fogo e munição. Na época, a Justiça Eleitoral gastou R$ 252 milhões (R$ 2,07 por voto) para organizar e realizar a consulta, de acordo com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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