Ver o pôr do sol, como estava nos planos dos alunos, professores e voluntários da escola Nova Acrópole, não deu. Nuvens e chuva estiveram presentes durante a ação do grupo, ontem, na Sabiaguaba. Mas nada os desanimou. Motivados por uma aluna, que ficou impressionada com o lixo acumulado numa das dunas da praia, resolveram agir. E, como a escola está embasada na prática da Filosofia, a aula dominical foi aplicação da generosidade e do necessário entrosamento do homem com a natureza.
Assim, senhores, jovens, crianças e até quem não faz parte da escola, mas acredita num bom verão feito por andorinhas unidas, empunharam sacolas e recolheram lixo de toda espécie “plantado” na areia com ajuda de mãos não tão conscientes. Sujeira deixada graças à falta de valores humanos, acredita Vanessa Magalhães, estudante de Filosofia na instituição há nove anos. Segundo Vanessa, a generosidade com a natureza e o respeito ao meio ambiente deveriam estar mais presentes.
Praticante desse valor, a educadora Roseni Cabral Violin, de 73 anos, subiu a imponente duna para frisar: preocupa-se com o meio ambiente que deixaremos para os nossos descendentes e age por ele. Por isso, ela diz, anda às vezes sozinha pela beira-mar para recolher os “descuidos” dos outros. “A educação se faz muito pelo exemplo, dizia Platão”, lembra Vanessa. “A pessoa deve se conscientizar que faz a diferença”, dialoga a consultora Alba Carvalho, 53, também aluna da escola.
Sabendo desses ensinamentos mesmo sem estudar Filosofia, a manicure Maria Aldenice, de 40 anos, viu um anúncio da ação da escola pela televisão e resolveu empenhar-se. Acabou achando até fralda (suja) jogada na duna. “Recolhi três sacos de lixo”, lamentou, reclamando de igrejas que, segundo ela, fazem culto sobre a duna e “não levam o lixo de volta”. “Olha só, não é lindo tudo assim limpo?”, indagou na despedida. É sim, Aldenice. E não há nebulosidade sobre o pôr do sol que atrapalhe essa beleza.
Assim, senhores, jovens, crianças e até quem não faz parte da escola, mas acredita num bom verão feito por andorinhas unidas, empunharam sacolas e recolheram lixo de toda espécie “plantado” na areia com ajuda de mãos não tão conscientes. Sujeira deixada graças à falta de valores humanos, acredita Vanessa Magalhães, estudante de Filosofia na instituição há nove anos. Segundo Vanessa, a generosidade com a natureza e o respeito ao meio ambiente deveriam estar mais presentes.
Praticante desse valor, a educadora Roseni Cabral Violin, de 73 anos, subiu a imponente duna para frisar: preocupa-se com o meio ambiente que deixaremos para os nossos descendentes e age por ele. Por isso, ela diz, anda às vezes sozinha pela beira-mar para recolher os “descuidos” dos outros. “A educação se faz muito pelo exemplo, dizia Platão”, lembra Vanessa. “A pessoa deve se conscientizar que faz a diferença”, dialoga a consultora Alba Carvalho, 53, também aluna da escola.
Sabendo desses ensinamentos mesmo sem estudar Filosofia, a manicure Maria Aldenice, de 40 anos, viu um anúncio da ação da escola pela televisão e resolveu empenhar-se. Acabou achando até fralda (suja) jogada na duna. “Recolhi três sacos de lixo”, lamentou, reclamando de igrejas que, segundo ela, fazem culto sobre a duna e “não levam o lixo de volta”. “Olha só, não é lindo tudo assim limpo?”, indagou na despedida. É sim, Aldenice. E não há nebulosidade sobre o pôr do sol que atrapalhe essa beleza.
O POVO








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