A 50 dias do apito inicial para Brasil e Japão abrirem a Copa das Confederações, apenas metade dos estádios que receberão a prévia da Copa do Mundo de 2014 estão inaugurados. A Arena Castelão, em Fortaleza, a Arena Mineirão, em Belo Horizonte, e a Itaipava Arena Fonte Nova, em Salvador, nesta ordem, foram os primeiros a ficar prontos. Amanhã, o Novo Maracanã será o quarto estádio entregue, mas ainda não totalmente pronto, com 97% da reforma executada.
O cronograma da Fifa determina que todos os seis estádios devem ser entregues ao Comitê Organizador Local (COL) até o final de maio. Recife e Brasília, que tiveram arenas completamente construídas – e não reformadas – serão entregues no limite do prazo: nos dias 14 e 18 de maio, respectivamente. A Arena Pernambuco tem 97,4% das obras executadas. O Estádio Nacional de Brasília tem 96%.
A preparação dos estádios começou há mais de três anos – entre os seis, a primeira obra iniciada foi a de Belo Horizonte, ainda em janeiro de 2010. Somente em arenas, foram gastos mais de R$ 4 bilhões para receber Brasil, Espanha, Itália, Japão, México, Nigéria, Taiti e Uruguai. O trabalho para receber os jogos, entretanto, vai além das construções e reformas.
Cada sede tem de realizar, ainda, pelo menos um evento-teste, que são as partidas acompanhadas pelo COL. Em todos os estádios, 20 serviços são analisados pelos organizadores. São detalhes como limpeza, condições do gramado, Tecnologia da Informação e recepção internacional de torcedores. O objetivo é não cometer erros. Até agora, somente a Arena Castelão e a Arena Mineirão passaram pela avaliação. Amanhã é a vez do Maracanã, mas apenas com 30% de sua capacidade.
O cronograma da Fifa determina que todos os seis estádios devem ser entregues ao Comitê Organizador Local (COL) até o final de maio. Recife e Brasília, que tiveram arenas completamente construídas – e não reformadas – serão entregues no limite do prazo: nos dias 14 e 18 de maio, respectivamente. A Arena Pernambuco tem 97,4% das obras executadas. O Estádio Nacional de Brasília tem 96%.
A preparação dos estádios começou há mais de três anos – entre os seis, a primeira obra iniciada foi a de Belo Horizonte, ainda em janeiro de 2010. Somente em arenas, foram gastos mais de R$ 4 bilhões para receber Brasil, Espanha, Itália, Japão, México, Nigéria, Taiti e Uruguai. O trabalho para receber os jogos, entretanto, vai além das construções e reformas.
Cada sede tem de realizar, ainda, pelo menos um evento-teste, que são as partidas acompanhadas pelo COL. Em todos os estádios, 20 serviços são analisados pelos organizadores. São detalhes como limpeza, condições do gramado, Tecnologia da Informação e recepção internacional de torcedores. O objetivo é não cometer erros. Até agora, somente a Arena Castelão e a Arena Mineirão passaram pela avaliação. Amanhã é a vez do Maracanã, mas apenas com 30% de sua capacidade.
O POVO








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