Depois de quatro meses longe do Paço Municipal, a ex-prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), chamou de “desastre” a gestão de seu sucessor, Roberto Cláudio (PSB), e disse que “morre de pena” da cidade. Em tom enfático e demonstrando aborrecimento, a petista ainda acusou o Executivo municipal de funcionar como “apêndice do Governo do Estado”. Embora já tivesse se manifestado sobre a atual administração, essa foi a primeira vez que Luizianne fez uma avaliação sobre o novo comando da Prefeitura.
“Eu morro de pena dessa cidade. É horrível ver tudo o que você construiu sendo desconstruído, e com uma incompetência sem precedente na história, onde você tem uma prefeitura que é uma secretaria subalterna, subordinada ao Governo do Estado, porque quem elegeu o prefeito foi o governador, que é outro desastre”, disparou Luizianne, na noite de ontem, após reunião do diretório estadual do PT.
Questionada sobre que aspectos da atual gestão são considerados “desastrosos”, a petista jogou o assunto de lado, disse que não vai “se trocar” com adversários e anunciou que só aprofundará as críticas na próxima semana, quando deverá conceder uma série de entrevistas.
Apesar da aparente cautela, Luizianne não perdeu a chance de contestar recentes declarações do ex-deputado federal Ciro Gomes (PSB), irmão do governador Cid Gomes e um de seus principais opositores.
A petista disse que Ciro “falou de si mesmo” ao afirmar que não é relevante se o candidato à sucessão de Cid em 2014 for “Chico, Manoel ou ‘rola bosta’ (dizendo se referir a um tipo de besouro)”, importando mais o projeto político a ser defendido. “Isso é a cara do Ciro. Ele falou de si mesmo. É a cara dele. Essa grosseria, esse palavreado, essa mediocridade em que a política está envolvida, é um pântano de mediocridade”, afirmou Luizianne.
“Eu morro de pena dessa cidade. É horrível ver tudo o que você construiu sendo desconstruído, e com uma incompetência sem precedente na história, onde você tem uma prefeitura que é uma secretaria subalterna, subordinada ao Governo do Estado, porque quem elegeu o prefeito foi o governador, que é outro desastre”, disparou Luizianne, na noite de ontem, após reunião do diretório estadual do PT.
Questionada sobre que aspectos da atual gestão são considerados “desastrosos”, a petista jogou o assunto de lado, disse que não vai “se trocar” com adversários e anunciou que só aprofundará as críticas na próxima semana, quando deverá conceder uma série de entrevistas.
Apesar da aparente cautela, Luizianne não perdeu a chance de contestar recentes declarações do ex-deputado federal Ciro Gomes (PSB), irmão do governador Cid Gomes e um de seus principais opositores.
A petista disse que Ciro “falou de si mesmo” ao afirmar que não é relevante se o candidato à sucessão de Cid em 2014 for “Chico, Manoel ou ‘rola bosta’ (dizendo se referir a um tipo de besouro)”, importando mais o projeto político a ser defendido. “Isso é a cara do Ciro. Ele falou de si mesmo. É a cara dele. Essa grosseria, esse palavreado, essa mediocridade em que a política está envolvida, é um pântano de mediocridade”, afirmou Luizianne.
O POVO







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