Com objetivo de levantar o debate sobre a legalização da maconha foi
realizado na tarde de ontem, na Avenida Beira-Mar, a terceira edição da
Marcha da Maconha de Fortaleza. "A gente entende que a política de
drogas atual é falha, se sustenta sob o discurso da proteção à saúde
pública, mas na verdade esconde uma política de controle social através
da criminalização da pobreza, dos negros e da juventude", destaca
Henrique Alencar, do Coletivo Plantando Informações, que organiza o
evento.
O ato foi acompanhado por 25 policiais do Batalhão de Policiamento
Turístico (BPTur), alguns infiltrados, à paisana. O tenente-coronel
Cláudio Mendonça, comandante do BPTur, não soube precisar o número de
manifestantes. Organizadores estimam que foram cinco mil pessoas. Por
onde passava, a marcha atraia a atenção de curiosos.
Na opinião da assistente social Cláudia Guilherme, 53, trata-se de um ato justo, pois cada um tem o direito de manifestas os seus desejos e anseios.
Na opinião da assistente social Cláudia Guilherme, 53, trata-se de um ato justo, pois cada um tem o direito de manifestas os seus desejos e anseios.
DN








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