Na hora de escolher o melhor plano de saúde, o ideal é ficar atento
às vantagens oferecidas e aos tipos de procedimentos inclusos. Para quem
quer gastar menos e usa os serviços médicos com menos frequência, as
operadoras oferecem a modalidade com coparticipação. Nesse caso, o
usuário paga, além da mensalidade do plano, um percentual sobre os
procedimentos utilizados.
O primeiro cuidado é atentar
para o pagamento dos procedimentos. Em nota, a Agência Nacional de
Saúde Suplementar (ANS), explicou que o valor a ser pago por cada
procedimento deve ser menor que o pagamento integral. “O contrato deve
ser pesquisado para saber quais procedimentos (consultas, exames, etc)
estão sujeitos à cobrança de coparticipação”, ressalta a nota.
A
maior procura por planos com coparticipação, segundo a ANS, se dá pelos
beneficiários que procuram produtos com preços mensais mais acessíveis e
que podem arcar com os limites de coparticipação e franquia definidos
no contrato.
Até 60% dos planos comercializados pela corretora
Mais Saúde para pessoas físicas são com o regime de coparticipação,
segundo a consultora e proprietária da empresa, Maria José Azevedo. Ela
explica que muitos clientes pretendem pagar mais barato e querem ter
acesso a um plano.
No caso das empresas, a preferência é pela
modalidade sem coparticipação. As companhias alegam não ter como
controlar o uso dos funcionários e não poder prever os gastos. Em geral,
a coparticipação é aplicada sobre consultas e exames, segundo Maria
José. Em casos de internação, o cliente em geral não paga.
Os
planos sem coparticipação são mais caros, mas também abrangentes,
segundo o presidente da Associação dos Usuários de Planos de Saúde,
Alfredo Pearce. Quem preferir a outra modalidade de plano, deve estar
preparado para compartilhar despesas.
O POVO








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