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| MP acusa vereador de enriquecimento ilícito com dinheiro do município de Fortaleza |
O vereador Leonelzinho Alencar (PTdoB) foi denunciado pelo Ministério
Público por improbidade administrativa que teria ocasionado
enriquecimento ilícito e prejuízo ao patrimônio público do município de
Fortaleza. O parlamentar foi o quarto mais votado na Capital, com 14.486
votos. O motivo da ação foi o repasse de dinheiro público para o
Instituto Jáder Alencar, por meio de emendas parlamentares e convênios
com a Prefeitura. A entidade é presidida pelo tio de Leonelzinho,
Solinésio Alencar, e teria tido o vereador como beneficiário de suas
atividades. Solinésio também é alvo da ação.
A ação pede a cassação do mandato do parlamentar, suspensão dos direitos políticos, devolução dos bens e valores acrescidos indevidamente ao patrimônio, pagamento de multa de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial ou até duas vezes o valor do prejuízo ou, ainda, de até 100 vezes o valor da remuneração recebida pelo réu. O promotor Ricardo Rocha pede ainda o afastamento de Solinésio da presidência do instituto Jáder Alencar e que ambos sejam proibidos de ser contratados pelo poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais, direta ou indiretamente, pelo prazo de 10 anos.
No ano passado, o parlamentar foi denunciado em função de sua mulher receber dinheiro do Bolsa Família. Além disso, foi investigado pelo Ministério Público em função de pelo menos seis parentes seus que tinam cargos na Prefeitura de Fortaleza.
A ação pede a cassação do mandato do parlamentar, suspensão dos direitos políticos, devolução dos bens e valores acrescidos indevidamente ao patrimônio, pagamento de multa de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial ou até duas vezes o valor do prejuízo ou, ainda, de até 100 vezes o valor da remuneração recebida pelo réu. O promotor Ricardo Rocha pede ainda o afastamento de Solinésio da presidência do instituto Jáder Alencar e que ambos sejam proibidos de ser contratados pelo poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais, direta ou indiretamente, pelo prazo de 10 anos.
No ano passado, o parlamentar foi denunciado em função de sua mulher receber dinheiro do Bolsa Família. Além disso, foi investigado pelo Ministério Público em função de pelo menos seis parentes seus que tinam cargos na Prefeitura de Fortaleza.
As informações são da assessoria de imprensa da Procuradoria Geral de Justiça







