O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, deixou claro que não vai convocar o diretório nacional do PSB para examinar requerimento de seu correligionário e governador do Ceará, Cid Gomes, que pede uma rápida definição partidária sobre a sucessão presidencial.
Possível candidato à Presidência da República no ano que vem, Campos disse que não vai antecipar o debate. “Pelo estatuto do partido, a definição só é feita no ano da eleição”. Cid, assim como o ex-ministro Ciro Gomes, quer que o PSB apoie a reeleição de Dilma Rousseff.
“Nós achamos que o momento é de discutir e ganhar o ano de 2013. Preservar os empregos, retomar o crescimento com inclusão (social).” Ele lembrou que nenhum outro partido no País reuniu sua direção nacional e tomou qualquer posicionamento sobre 2014. O que existe são pré-candidaturas já lançadas, como a do tucano Aécio Neves (MG) e a da presidente Dilma.
Campos disse que a decisão sobre candidatura ou não à Presidência deve ser tomada só depois de terminado o prazo de filiação (6 de outubro), para que se possa verificar quais são os políticos que chegam. “Nós vamos fazer como sempre fizemos, de forma democrática, conversando com a base até a direção nacional se posicionar, como os outros partidos.”
Possível candidato à Presidência da República no ano que vem, Campos disse que não vai antecipar o debate. “Pelo estatuto do partido, a definição só é feita no ano da eleição”. Cid, assim como o ex-ministro Ciro Gomes, quer que o PSB apoie a reeleição de Dilma Rousseff.
“Nós achamos que o momento é de discutir e ganhar o ano de 2013. Preservar os empregos, retomar o crescimento com inclusão (social).” Ele lembrou que nenhum outro partido no País reuniu sua direção nacional e tomou qualquer posicionamento sobre 2014. O que existe são pré-candidaturas já lançadas, como a do tucano Aécio Neves (MG) e a da presidente Dilma.
Campos disse que a decisão sobre candidatura ou não à Presidência deve ser tomada só depois de terminado o prazo de filiação (6 de outubro), para que se possa verificar quais são os políticos que chegam. “Nós vamos fazer como sempre fizemos, de forma democrática, conversando com a base até a direção nacional se posicionar, como os outros partidos.”
oestadoce.com.br








0 comentários:
Postar um comentário